Em Cristo estão escondidos todos os tesouros da sabedoria e do conhecimento. (Colossenses 2:3)

Ninguém vos engane com palavras vãs; porque por essas coisas vem a ira de Deus sobre os filhos da desobediência.(Efésios5:6)
Digo isso a vocês para que não deixem que ninguém os engane com argumentos falsos. (Colossenses 2:4)

17 de janeiro de 2018

Josué - Herói da Fé

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Ernesto Kraft



“Pela fé caíram os muros de Jericó, depois de serem rodeados durante sete dias.” (Hebreus 11.30)

A fé é um poder que nos faz experimentar Deus na sua força e nas suas ilimitadas possibilidades. Lemos que pela fé as fortes e altas muralhas de Jericó caíram. Humanamente, isso não é compreensível, pois para derrubar muros tão fortes seria necessário mais do que rodear a cidade durante sete dias.

O povo de Israel finalmente chegara à terra prometida e agora precisava conquistá-la. A primeira coisa que precisamos para vencer na fé é ter uma promessa. Em Josué 6.1-2 lemos: “Jericó estava completamente fechada por causa dos israelitas. Ninguém saía nem entrava”. Em seguida o texto fala da promessa de Deus: “Então o Senhor disse a Josué: ‘Saiba que entreguei nas suas mãos Jericó, seu rei e seus homens de guerra’”.

Precisamos ter cuidado com a maneira como cremos. Não podemos crer simplesmente porque está escrito “tudo é possível àquele que crê” (Marcos 9.23). Deus pode todas as coisas, mas ele se mantém em sintonia com a sua Palavra. Por exemplo: não podemos orar para que Deus salve o mundo inteiro automaticamente, porque isso significaria que não precisaríamos mais evangelizar. Ou: orar para que Deus castigue o vizinho mau e, como resultado dessa oração, o vizinho escorrega e cai. Deus é Onipotente, mas também é contra essas práticas. Quando os discípulos pediram fogo do céu para destruir os samaritanos, Jesus responde que eles não deveriam praticar esse tipo de fé (Lucas 9.54-55).

Quando vivemos em obediência à Palavra de Deus e à sua vontade, experimentamos os milagres do Senhor em nossa vida. Josué não explicou a Deus como fazer para derrubar as muralhas, ele simplesmente creu e fez o que o Senhor ordenara. Não é tarefa para qualquer um ter diante de si as altas muralhas de Jericó, não possuir armamento nenhum e apenas rodear a cidade em silêncio durante uma semana.

A instrução para que o povo rodeasse a cidade em silêncio tinha seu objetivo. Lemos em Josué 6.10: “Mas Josué tinha ordenado ao povo: ‘Não deem o brado de guerra, não levantem a voz, não digam palavra alguma, até o dia em que eu ordenar. Então vocês gritarão!’”. Um único comentário de alguém do povo seria suficiente para levar todos ao desânimo e à incredulidade. Uma simples palavra do tipo “isso tudo não faz sentindo algum! Até agora não aconteceu nada, as muralhas ainda não se moveram nem um milímetro!” poderia ter desmotivado todos.

O nosso desafio diário é viver o que está escrito em Provérbios 3.5: “Confie no Senhor de todo o seu coração e não se apoie em seu próprio entendimento; reconheça o Senhor em todos os seus caminhos, e ele endireitará as suas veredas”.

Em 2Coríntios 10.4-5 lemos: “As armas com as quais lutamos não são humanas; ao contrário, são poderosas em Deus para destruir fortalezas. Destruímos argumentos e toda pretensão que se levanta contra o conhecimento de Deus e levamos cativo todo pensamento, para torná-lo obediente a Cristo”. Essa foi a arma utilizada pelo povo de Israel contra a cidade fechada de Jericó.

É importante utilizar armas que Deus diz que são poderosas. A arma dos israelitas foi o silêncio: rodearam a cidade, calados. Entre nós, essa é uma arma pouco utilizada, pois a nossa tendência é escolher o caminho dos gritos e da violência.

A Bíblia também cita o silêncio no trato das mulheres com os seus maridos. Lemos em 1Pedro 3.1: “Do mesmo modo, mulheres, sujeite-se cada uma a seu marido, a fim de que, se ele não obedece à palavra, seja ganho sem palavras, pelo procedimento de sua mulher”. O silêncio é uma arma poderosa, capaz de destruir fortalezas! Talvez o coração de seu marido pareça ser uma muralha impenetrável. Rodeie-o em silêncio durante alguns dias. Escolha o caminho que trará êxito. Observe que, após o povo rodear a cidade no primeiro dia, nada aconteceu. Quando os cidadãos de Jericó descobriram a estratégia dos israelitas, começaram a zombar cada vez mais. Mas se você tem uma promessa, não desista; a estratégia humanamente desprezada é poderosa para destruir fortalezas. Portanto continue, rodeie Jericó! Os muros cairão, não desista! Na sétima vez em que os israelitas rodearam a cidade, eles receberam o cumprimento da promessa.

Também na história de Naamã podemos observar a importância da perseverança. Ele experimentou a cura de sua enfermidade somente depois do sétimo mergulho no rio Jordão. Se você ainda está na terceira ou quarta volta, não desista. Na sétima vez você verá a solução!

Esse princípio também pode ser aplicado na oração. Elias nos ensina a perseverar: “‘Vá e olhe na direção do mar’, disse ao seu servo. E ele foi e olhou. ‘Não há nada lá’, disse ele. Sete vezes Elias mandou: ‘Volte para ver’. Na sétima vez o servo disse: ‘Uma nuvem tão pequena quanto a mão de um homem está se levantando do mar’” (1Reis 18.43-44).

Quando utilizamos as estratégias corretas para alcançar as promessas, faremos grandes proezas com Deus! Mesmo fracos e miseráveis, veremos altas muralhas caindo e o impossível se tornar possível. “Vocês precisam perseverar, de modo que, quando tiverem feito a vontade de Deus, recebam o que ele prometeu” (Hebreus 10.36).

Jericó significa “perfume”, “bálsamo” ou “local perfumado”. Alcançar uma vitória é como um bálsamo que nos motiva e fortalece. A vitória sobre Jericó foi um evento assim para o povo de Deus. Vale a pena perseverar até alcançar a vitória, pois ela será um “bálsamo” ou “local perfumado”. Testemunhar a conversão de um marido, dos filhos ou parentes, por exemplo, é uma vitória tão grande que nos motiva a continuar confiando em Deus.

Não se deixe enganar pelo que vê, pelas sugestões do seu raciocínio ou pelo que os homens dizem. Continue firme e espere pela ação de Deus. Não deixe que a sua condição, mesmo que seja de fraqueza, doença ou impotência, se torne um argumento para deixar de crer. Vemos no exemplo de Josué 6 que a ação de Deus não depende da força humana. Não foram os gritos dos homens nem sua força física que levaram as muralhas a cair, mas somente a fé em Deus, de forma que Deus foi o realizador. Faça a sua parte, e Deus fará a dele, como lemos no Salmo 37.5: “Entregue o seu caminho ao Senhor; confie nele, e ele agirá”.

Deus sempre age dessa forma! E quando adotamos, em obediência, os princípios da Bíblia, não restará nenhuma vanglória para nós mesmos. Nós não podemos derrubar as muralhas de um coração endurecido, somente Deus pode fazê-lo. Mas podemos ser instrumentos e, pela obediência, servos usados por Deus. Você ainda trabalha com o Senhor ou você é escravo da lógica e da incredulidade? Você grita quando deveria manter silêncio, tornando-se assim incapaz de vencer as fortalezas do inimigo? Para aqueles que trabalham com Deus e o consideram a sua força, vale: “Prosseguem o caminho de força em força, até que cada um se apresente a Deus em Sião” (Salmo 84.7).

Deus é visto e glorificado por meio da nossa fé? Se ele é visto e glorificado em nossa vida, então estamos em comunhão com ele. Servimos os outros com os dons e talentos que ele nos deu? Honre a Deus com sua fé e obediência. “Com Deus conquistaremos a vitória, e ele pisará os nossos adversários” (Salmo 108.13).


Por Ernesto Kraft

Extraído de Heróis da Fé

http://www.chamada.com.br/mensagens/josue.html



15 de janeiro de 2018

Barnabé: uma pessoa chave


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Norbert Lieth



Por meio da graça de nosso Senhor Jesus Cristo, Saulo se converteu, recebeu o perdão e a vida eterna e se tornou Paulo. Depois de ter sido convocado pelo Senhor para ser apóstolo, tentou se aproximar da igreja de Jesus em Jerusalém. Mas ele não conseguiu porque ninguém acreditava nele, afinal, fora anteriormente um perseguidor extremamente cruel dos cristãos. Foi justamente nessa ocasião que Deus utilizou Barnabé como pessoa chave para integrar Paulo naquela igreja. Em Atos 9.26-28 consta: “Quando [Paulo] chegou a Jerusalém, tentou reunir-se aos discípulos, mas todos estavam com medo dele, não acreditando que fosse realmente um discípulo. Então Barnabé o levou aos apóstolos e lhes contou como, no caminho, Saulo vira o Senhor, que lhe falara, e como em Damasco ele havia pregado corajosamente em nome de Jesus. Assim, Saulo ficou com eles e andava com liberdade em Jerusalém, pregando corajosamente em nome do Senhor”.

Barnabé era diferente dos demais. Ele era caracterizado por certa generosidade. Por isso ele procurava encontrar um caminho onde os outros o bloqueavam. Barnabé recebia aqueles que eram rejeitados pelos outros. Ele intercedia pelos outros e dava bom testemunho a seu respeito, enquanto os demais se limitavam a relatar coisas ruins. Certamente ele também tinha o dom do discernimento, de modo que reconheceu o que era verdadeiro, o que era transformado e creu que o Senhor de fato havia se encontrado com ele. Os outros falavam entre si sobre Paulo, mas não com Paulo – comentaram sobre ele, não acreditaram nele e fecharam a porta e os corações para ele. Barnabé fez justamente o contrário: primeiramente conversou com Paulo e somente depois conversou com os outros da igreja, introduzindo-o.

Qual é a nossa situação? Não é mais fácil para nós, por natureza, fazer comentários maldosos sobre outros? Quem de nós se dispõe a se dirigir a uma pessoa, conversar com ela e ajudá-la? Em nossas igrejas e círculos familiares locais precisamos de homens e mulheres, jovens e idosos que se aproximem de outras pessoas, que coloquem a mão amistosamente sobre o ombro delas, que se preocupem com elas, que as incluam nos círculos de comunhão, que tenham palavras de consolo para elas e que as apoiem. Efésios 4.2 nos exorta: “Sejam completamente humildes e dóceis, e sejam pacientes, suportando uns aos outros com amor”. A sentença “Sejam pacientes...” deveria abalar o nosso coração. Ó, desejaria que tivéssemos em nós o mesmo sentimento que teve o nosso Senhor Jesus Cristo, que seguia as pessoas como o fiel Pastor e não desistia da ovelha perdida!

Somos úteis para a causa de Deus ou a atrapalhamos? Se dependesse dos apóstolos, certamente Paulo teria permanecido rejeitado. Barnabé, no entanto, era útil para a causa do Senhor ao se tornar a porta de entrada para Paulo na igreja. Posteriormente, quando o próprio Paulo se posicionou contrariamente diante de uma nova missão para Marcos, ao passo que Barnabé a apoiava, os dois se separaram (At 13.13; 15.37-39). Barnabé tomou consigo o seu sobrinho Marcos e, provavelmente com aconselhamento e mediante seu exemplo, o trouxe novamente ao caminho, de modo que Paulo posteriormente escreveu: “Traga Marcos com você, porque ele me é útil para o ministério” (2Tm 4.11). Você é um Barnabé?


— Norbert Lieth

Norbert Lieth é Diretor da Chamada da Meia-Noite Internacional. 



14 de janeiro de 2018

O apóstolo Paulo: Pouco seguido, muito perseguido



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Por Luiz Sayão




Os adeptos do judaísmo não gostam de Paulo. Os liberais quase o crucificam. As feministas o veem como machista recalcado. Até alguns conservadores o rejeitam.


O apóstolo Paulo é o primeiro e o maior teólogo da fé cristã. Para muitos estudiosos, é o “fundador” do cristianismo do ponto de vista teológico. Basta ler Romanos para entender a razão da sugestão. Não podemos nos esquecer de que Paulo é o autor das cartas: Gálatas, 1 e 2 Tessalonicenses, 1 e 2 Coríntios, Romanos, Efésios, Filipenses, Colossenses e Filemom, e 1 e 2 Timóteo e Tito (contestado por autores mais liberais). Faz-se necessário dizer que o pensamento de Paulo é a principal fonte de teologia propriamente dita, cristologia elaborada, hamartiologia e soteriologia do Novo Testamento, sem falar em sua escatologia. É fato conhecido que o protestantismo clássico sempre considerou a justificação pela fé e a reconciliação do homem com Deus por meio de Cristo o âmago da teologia paulina. O erudito alemão Adolph Harnack considerava Paulo a principal fonte da história do dogma.

Apesar disso, o ex-perseguidor da fé cristã, tem sido talvez o mais perseguido e desprezado cristão de todos os tempos. Os adeptos do judaísmo não gostam de Paulo: eles o rejeitam mais do que o próprio Jesus! Os liberais quase o crucificam. As feministas o veem como machista recalcado. Até alguns conservadores chegam a dizer em certos textos: “Isso é opinião de Paulo”. No entanto, sem Paulo não há cristianismo neotestamentário. Vamos dedicar algumas linhas ao grande mestre, ex-perseguidor e, depois, perseguido. Afinal quem era Paulo? E o que se tem escrito a seu respeito?

O nome de Paulo é Shaul, nome provavelmente dado pelo fato de ele pertencer à tribo de Benjamim. Contra a crença popular, ele sempre conservou seu nome hebraico Shaul, e seu nome latino Paulo. O cidadão romano Paulo nasceu em Tarso, antiga capital da Cilícia, centro de cultura grega, com cerca de cem mil habitantes. Paulo cresceu na tradição judaica religiosa, muito bem instruído na Torá hebraica (At 26:4-8). O grande apóstolo cresceu aprendendo o grego, o hebraico, o aramaico (língua comum entre os judeus na época), e tornou-se também fazedor de tendas (At 18:3). Ainda bem jovem, Paulo foi estudar com o famoso rabino Gamaliel, neto de Hilel (At 22:3). Como fariseu, Paulo tornou-se um estrito seguidor da lei e da tradição judaica (Fp 3:5).

Perseguidor do cristianismo primitivo (At 8:3), Paulo converteu-se a Cristo na estrada de Damasco (At 9:1-19). Em sua conversão, ele recebeu sua chamada apostólica para pregar o evangelho ao mundo gentílico (At 9:15). Isso deve ter ocorrido em 32-35, e foi seguido por uma viagem à Arábia (Gl 1:17) e a Damasco (2 Co 11:32). É possível que no ano 35 ou 38 Paulo tenha visitado Pedro em Jerusalém (At 9:26-30; Gl 1:18). Depois, o apóstolo foi para as regiões da Cilícia da Síria (Gl 1.21), onde ficou cerca de dez anos (35/38-45/46). Sua segunda visita a Jerusalém deve ter ocorrido em 46 (Gl 2:1).

A partir do ano 46 começam as grandes viagens missionárias do apóstolo dos gentios.
  • A primeira viagem de Paulo deve ter ocorrido entre 46-48. Teve início em Antioquia da Síria e é descrita em Atos 13-14. Acompanhado de Barnabé e de João Marcos, Paulo evangeliza Chipre e a região da Galácia. Essa viagem parece ter sido a causa do Concílio de Jerusalém, realizado no ano 49 para resolver o problema da relação entre crentes judeus e gentios (At 15:1-35). 
  • A segunda viagem missionária ocorre entre 49-52. Com Silas, Paulo evangeliza e fortalece as igrejas cristãs formadas na primeira viagem na Ásia Menor. Diversas cidades da região da atual Turquia, e da Macedônia (Filipos, Tessalônica e Bereia) e da Acaia (Corinto e Atenas) são visitadas por Paulo (At 15:36-18:18). Filipos e Corinto, onde Paulo permanece por cerca de um ano e meio, merecem particular destaque. 
  • A terceira viagem aconteceu provavelmente entre os anos 52-57, sendo descrita em Atos 18:23-20:6. A base do trabalho de Paulo nessa terceira viagem é Éfeso, onde ele ficou por cerca de três anos. De Éfeso, a partir da escola de Tirano, Paulo evangeliza gente de “todo o mundo”. Em Éfeso são escritas as cartas aos coríntios. 
No final da terceira viagem, Paulo viaja para Jerusalém por ocasião da Páscoa. Lá é preso, acusado pelos líderes religiosos da cidade de ter levado o gentio Trófimo ao templo. Depois de passar dois anos preso em Cesareia, capital romana da Judeia (57-59), o apóstolo apela para César e é levado para Roma. A viagem é interrompida pelo naufrágio em Malta. Depois de passar o inverno nessa ilha mediterrânea, impossibilitado de navegar por razões meteorológicas, Paulo vai finalmente para Roma no começo da primavera do ano 60. Em Roma (At 28) fica numa prisão domiciliar, possivelmente até o ano 62. Pela desistência de seus acusadores, Paulo acaba sendo libertado e prossegue seu ministério apostólico. Assim, chegamos ao fim do livro de Atos.

O período que vai do final de Atos até a morte do apóstolo é difícil reconstruir. Algumas fontes clássicas como a epístola de Clemente, o Cânon Muratoriano e até o livro apócrifo dos Atos de Pedro falam de uma viagem à Espanha (Rm 15:24-28). Além disso, as epístolas pastorais sugerem uma intensa atividade paulina nesse período. A partir de várias referências das epístolas pastorais sugere-se que, entre os anos 62-67, Paulo tenha estado em Roma, Espanha, Creta, Mileto, Colossos, Éfeso, Filipos, Nicópolis e Roma novamente na ocasião de sua morte por martírio em Roma no ano 67.

Tendo sofrido releituras profundas desde o iluminismo e o liberalismo, Paulo chega a ser reescrito quase que inteiramente por muitos teólogos contemporâneos. Mais recentemente, uma nova abordagem da teologia paulina tem sido divulgada no mundo acadêmico. É conhecida como “nova perspectiva”. Três estudiosos estão ligados a esta interpretação de Paulo: Krister Stendahl, E. P. Sanders e James D. G. Dunn. O britânico Dunn, já publicado em português, denominou o novo enfoque de “nova perspectiva”. O movimento teve origem em 1961, com o erudito sueco K. Stendahl, que reagiu contra a interpretação luterana tradicional de Paulo. Em 1976 Stendahl, seguindo a sugestão de Schweitzer, defendeu a ideia de que a doutrina da justificação pela fé não podia ser o centro da mensagem paulina de salvação (Paul Among Jews and Gentiles).

Em 1977, E. P. Sanders, redefiniu o enfoque paulino, afirmando que o judaísmo palestino não acreditava em justificação pelas obras, rediscutindo o significado da aliança do Antigo Testamento. Conforme Sanders, a aliança do Sinai é a grande dádiva de Deus para Israel. O acesso a ela não foi conquistado por Israel, mas foi dado pela graça divina. Os israelitas continuarão na aliança se permanecem nela. Quando pecam, devem arrepender-se e oferecer sacrifícios. O conflito entre cristianismo e judaísmo não era fé e obras, pois no primeiro século o judaísmo não era uma religião de justificação por obras, mas sim uma religião de graça. Logo, esse não era o problema do judaísmo para Paulo. Segundo ele, Paulo considerava a participação em Cristo muito mais importante que a justificação, o que desloca essa doutrina para uma posição periférica.

De modo semelhante, James Dunn amplia a mesma abordagem em sua obra sobre a teologia de Paulo. Dunn afirma que o judaísmo antigo conhecia a justificação pela fé e nela cria, tendo como único deslize o exclusivismo que rejeitava os gentios. Dunn pensa que Paulo desejava apenas uma igualdade soteriológica entre judeus e gentios diante de Deus. Portanto, a justificação pela fé não tem centralidade na teologia paulina; é antes uma estratégia pragmática para facilitar sua missão aos gentios.

A nova perspectiva afirma que a teologia paulina tem sido mal interpretada pelo enfoque da Reforma, e não traduz o verdadeiro pensamento do apóstolo. Segundo o novo enfoque, Paulo nem se percebia numa nova religião (o que faz sentido), mas entendia que tinha a tarefa de levar o judaísmo para os gentios. Os questionamentos de Paulo sobre a lei devem ser lidos apenas sob a luz de sua missão aos gentios.

Esclarecendo: os argumentos de Paulo contra as “obras da lei” não diziam respeito à questão da justificação pela obediência à lei, mas simplesmente aos emblemas judaicos de identidade que separavam os judeus dos gentios. Tal avaliação, ainda que muitos dos adeptos da nova abordagem discordem, entenderá que há duas vias soteriológicas na história da salvação: o nomismo da aliança do Antigo Testamento é o meio de salvação de Israel, e o evangelho livre da lei é o meio divino de salvação para os gentios. A abordagem pretende suavizar o conflito judaico-cristão e desviar o embate soteriológico entre as duas perspectivas, parecendo ignorar muito do conflito perceptível tanto em Romanos como em Gálatas. A nova análise não subsiste. É muito difícil rejeitar a importância e centralidade da justificação pela fé no pensamento paulino. Além disso, não é difícil perceber a importância da graça na Bíblia Hebraica (AT), mas é pouco provável que o movimento farisaico dos dias do NT tivesse esse enfoque em vista, conforme o próprio relato dos evangelhos.

Paulo (ou Shaul) incomoda, e sempre incomodará. Tudo indica que Paulo continuará causando problemas e sendo relido a partir de novos enfoques, mas seu ensino e ênfases teológicas estão disponíveis a todos nas páginas do Novo Testamento.


Luiz Sayão é professor em seminários no Brasil e nos Estados Unidos, escritor, linguista e mestre em Língua Hebraica, Literatura e Cultura Judaica pela Universidade de São Paulo (USP).

https://pleno.news/colunas/luiz-sayao/coluna-luiz-sayao-o-apostolo-paulo-pouco-seguido-muito-perseguido.html


13 de janeiro de 2018

O que é a Maçonaria e no que maçons acreditam?




Maçonaria, Estrela do Oriente, e outras organizações “secretas” semelhantes parecem ser inofensivas confraternizações.

Muitos deles parecem promover a crença em Deus, no entanto, após um exame mais detalhado , descobrimos que a única exigência é que não é preciso acreditar no Deus Vivo e Verdadeiro, mas sim, que se deve acreditar na existência de um “Ser Supremo”, que inclui os “deuses” de Islamismo , Hinduísmo, ou qualquer outra religião mundial.

As crenças e práticas anti-bíblicas e anti-cristãs desta organização são parcialmente escondidas sob uma aparência de uma suposta compatibilidade com a fé cristã. A seguir está uma comparação do que a Bíblia diz com a posição “oficial” da Maçonaria:

A salvação do pecado:

O conceito da Bíblia: Jesus tornou-se o sacrifício do pecador diante de Deus, quando Ele derramou Seu sangue e morreu como propiciação (pagamento) para os pecados de todos aqueles que creem. ( Efésios 2:8-9 , Romanos 5:8, João 3 : 16 ) .

Conceito Maçom: O próprio processo de adesão, requer aos cristãos ignorar a exclusividade de Jesus Cristo como Senhor e Salvador. De acordo com a Maçonaria, uma pessoa vai ser salva e ir para o céu, como resultado de suas boas obras e seu auto-aperfeiçoamento pessoal.

Sobre a Bíblia:

O conceito da Bíblia: A inspiração sobrenatural e plena das Escrituras – que ela é inerrante e que seus ensinamentos e autoridade são absolutos, supremo e final. A Bíblia é a Palavra de Deus. ( 2 Timóteo 3:16, 1 Tessalonicenses 2:13).

Conceito Maçom: A Bíblia é apenas um dos vários “Volume(s) da Lei Sagrada”, os quais são considerados igualmente importantes na Maçonaria. A Bíblia é um livro importante, só na medida em que os membros que se dizem cristãos estão em foco, assim como o Alcorão é importante para os muçulmanos. A Bíblia não é considerada a Palavra exclusiva de Deus, nem é considerada única revelação de Deus de Si mesmo para a humanidade, mas apenas uma das muitas fontes religiosas. É um bom guia para a moralidade. A Bíblia é usada principalmente como um símbolo da vontade de Deus, que também podem ser extraídas de outros textos sagrados, como o Alcorão.

A Doutrina de Deus:

O conceito da Bíblia: Há um só Deus. Os vários nomes de Deus referem-se ao Deus de Israel e revelam certos atributos de Deus. Para adorar a outros deuses ou recorrer a outras divindades é idolatria ( Êxodo 20:3 ) . Paulo falou sobre a idolatria como um pecado abominável (1 Coríntios 10:14) e João disse que os idólatras perecerão no inferno (Apocalipse 21:8) .

Conceito Maçom: Todos os membros devem acreditar em uma divindade. Diferentes religiões ( cristianismo, judaísmo, islamismo , etc ) reconhecem o mesmo Deus , apenas chamam-no de nomes diferentes. A Maçonaria convida pessoas de todas as religiões , mesmo que eles usem nomes diferentes, estão ainda orando ao único deus e pai de todos.

A Doutrina de Jesus e a Trindade:

O conceito da Bíblia: Jesus era Deus em forma humana (Mateus 1:18-24 , João 1:1) . Jesus é a segunda pessoa da Trindade (Mateus 28:19, Marcos 1:9-11 ) . Enquanto na terra, Ele era completamente humano ( Marcos 4:38 , Mateus 4:02 ) e totalmente divino ( João 20:28 , João 1:1-2 , Atos 4:10-12 ) . Os cristãos devem orar em nome de Jesus e anunciá-lo antes que os outros , independentemente de ofensa aos não-cristãos (João 14:13-14 , 1 João 2:23 , Atos 4:18-20 ) .

Conceito Maçom: Não há exclusividade em Jesus Cristo ou a Deus Uno e Trino , que é o Pai , o Filho e o Espírito Santo, portanto, não há doutrina da divindade de Jesus Cristo. Ele não é considerado para invocar o nome quando oramos , ou mencionar seu nome na maçonaria. Sugerir que Jesus é o único caminho para Deus contradiz o princípio da tolerância. O nome de Jesus foi omitido de versículos bíblicos que são usados ​​em rituais maçônicos. Jesus está no mesmo nível que outros líderes religiosos.

Natureza Humana e pecado:

O conceito da Bíblia: Todos os seres humanos nascem com uma natureza pecaminosa, são totalmente depravados, e precisam de um Salvador do pecado (Romanos 3:23 , Romanos 5:12, Salmo 51:5 , Efésios 2:1). A Bíblia nega que por causa da queda , a humanidade tem dentro de si a capacidade de perfeição moral (1 João 1:8-10 , Romanos 1:18-25 ) .

Conceito Maçom: Através de símbolos e emblemas, os maçons ensinam que o homem não é pecador, apenas “rude e imperfeito por natureza” . Os seres humanos são capazes de melhorar seu caráter e comportamento de várias formas , incluindo atos de caridade, vida moral e desempenho voluntário de dever cívico. A humanidade possui a capacidade de mover-se da imperfeição para a perfeição total. A perfeição moral e espiritual está dentro de homens e mulheres.

Quando um cristão faz o juramento da maçonaria, ele está jurando para as seguintes doutrinas: 
1 . Que a salvação pode ser adquirida por boas obras do homem.
2 . Que Jesus é apenas um dos muitos profetas igualmente reverenciados .
3 . Que eles vão permanecer em silêncio no salão e não falaram de Cristo.
4 . Que eles estão se aproximando do salão em escuridão espiritual e ignorância, quando a Bíblia diz que os cristãos já estão na luz , filhos da luz , e são habitados pelo Luz do Mundo , Jesus Cristo .
5 . Ao exigir que os cristãos façam o juramento maçônico, a Maçonaria leva os cristãos a blasfêmia e tomam o nome do Senhor em vão.
6 . Maçonaria ensina que sua G.A.O.T.U. [ Grande Arquiteto do Universo ], a quem a Maçonaria acredita que é o verdadeiro Deus do universo, é o representante de todos os deuses de todas as religiões.
7 . Maçonaria faz cristãos adotarem uma abordagem universalista em suas orações, exigindo um nome “genérico” para ser utilizado , de modo a não ofender os não-crentes que são maçons “irmãos” .
8 . Ao jurar o juramento maçônico e participar das doutrinas do salão, os cristãos estão a perpetuar um falso evangelho a outros membros da Loja, que olham apenas para o plano da Maçonaria de salvação para chegar ao céu. Pela sua própria participação em uma tal organização tipo sincretista , eles têm comprometido seriamente seu testemunho como cristãos.
9 . Ao tomar a obrigação maçônica, o cristão está concordando em permitir que a poluição da sua mente, espírito e corpo, aqueles que servem falsos deuses e acreditam em falsas doutrinas.

Como você pode ver , a Maçonaria nega e contradiz o ensino claro das Escrituras em muitas questões. A Maçonaria também exige que as pessoas a participar de atividades que a Bíblia condena. Como resultado, o cristão não deve ser um membro de qualquer sociedade secreta ou organização que tenha qualquer ligação com a maçonaria.


https://bibliacomentada.com.br/index.php/o-que-e-maconaria-e-que-macons-acreditam/



12 de janeiro de 2018

As 12 Orações de Paulo





Ter uma vida de oração é algo extremamente difícil para a maioria dos cristãos, não falo de uma oração superficial que fazemos antes de dormir, ao acordar ou ainda antes da refeição, mas sim da oração por amor as vidas que estão perdida ou daquelas que acompanhamos.

Paulo deixou muitos exemplos em que podemos nos espelhar.

Agradecendo pelos Irmãos

Dou graças ao meu Deus todas as vezes que me lembro de vós, Fazendo sempre com alegria oração por vós em todas as minhas súplicas, Pela vossa cooperação no evangelho desde o primeiro dia até agora. Tendo por certo isto mesmo, que aquele que em vós começou a boa obra a aperfeiçoará até ao dia de Jesus Cristo; Filipenses 1:3-6

Primeiramente dou graças ao meu Deus por Jesus Cristo, acerca de vós todos, porque em todo o mundo é anunciada a vossa fé. Porque Deus, a quem sirvo em meu espírito, no evangelho de seu Filho, me é testemunha de como incessantemente faço menção de vós, Pedindo sempre em minhas orações que nalgum tempo, pela vontade de Deus, se me ofereça boa ocasião de ir ter convosco. Romanos 1:8-10

Que outros sejam Salvos

Irmãos, o bom desejo do meu coração e a oração a Deus por Israel é para sua salvação. Romanos 10:1

Ouvindo do teu amor e da fé que tens para com o Senhor Jesus Cristo, e para com todos os santos; Para que a comunicação da tua fé seja eficaz no conhecimento de todo o bem que em vós há por Cristo Jesus. Porque temos grande gozo e consolação do teu amor, porque por ti, ó irmão, as entranhas dos santos foram recreadas. Filemom 1:5-7

Que Seu Nome seja Glorificado

Alegrai-vos na esperança, sede pacientes na tribulação, perseverai na oração; Romanos 12:12

Não estejais inquietos por coisa alguma; antes as vossas petições sejam em tudo conhecidas diante de Deus pela oração e súplica, com ação de graças. E a paz de Deus, que excede todo o entendimento, guardará os vossos corações e os vossos pensamentos em Cristo Jesus. Filipenses 4:6,7

Incentivar nossos Corações

Ora o Deus de esperança vos encha de todo o gozo e paz em crença, para que abundeis em esperança pela virtude do Espírito Santo. Romanos 15:13

Por esta razão, nós também, desde o dia em que o ouvimos, não cessamos de orar por vós, e de pedir que sejais cheios do conhecimento da sua vontade, em toda a sabedoria e inteligência espiritual; Para que possais andar dignamente diante do Senhor, agradando-lhe em tudo, frutificando em toda a boa obra, e crescendo no conhecimento de Deus; Corroborados em toda a fortaleza, segundo a força da sua glória, em toda a paciência, e longanimidade com gozo; Dando graças ao Pai que nos fez idôneos para participar da herança dos santos na luz; O qual nos tirou da potestade das trevas, e nos transportou para o reino do Filho do seu amor; Em quem temos a redenção pelo seu sangue, a saber, a remissão dos pecados; Colossenses 1:9-14

Que nossos corações estejam em contínua oração

Perseverai em oração, velando nela com ação de graças; Orando também juntamente por nós, para que Deus nos abra a porta da palavra, a fim de falarmos do mistério de Cristo, pelo qual estou também preso; Para que o manifeste, como me convém falar. Colossenses 4:2-4

E rogo-vos, irmãos, por nosso Senhor Jesus Cristo e pelo amor do Espírito, que combatais comigo nas vossas orações por mim a Deus; Para que seja livre dos rebeldes que estão na Judéia, e que esta minha administração, que em Jerusalém faço, seja bem aceita pelos santos; A fim de que, pela vontade de Deus, chegue a vós com alegria, e possa recrear-me convosco. E o Deus de paz seja com todos vós. Amém. Romanos 15:30-33

Orando em todo o tempo com toda a oração e súplica no Espírito, e vigiando nisto com toda a perseverança e súplica por todos os santos, E por mim; para que me seja dada, no abrir da minha boca, a palavra com confiança, para fazer notório o mistério do evangelho, Pelo qual sou embaixador em cadeias; para que possa falar dele livremente, como me convém falar. Efésios 6:18-20

Louvado seja o nome do Senhor

Bendito seja o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, o Pai das misericórdias e o Deus de toda a consolação;
Que nos consola em toda a nossa tribulação, para que também possamos consolar os que estiverem em alguma tribulação, com a consolação com que nós mesmos somos consolados por Deus. Porque, como as aflições de Cristo são abundantes em nós, assim também é abundante a nossa consolação por meio de Cristo. Mas, se somos atribulados, é para vossa consolação e salvação; ou, se somos consolados, para vossa consolação é, a qual se opera suportando com paciência as mesmas aflições que nós também padecemos; E a nossa esperança acerca de vós é firme, sabendo que, como sois participantes das aflições, assim o sereis também da consolação. 2 Coríntios 1:3-7

Bendito o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, o qual nos abençoou com todas as bênçãos espirituais nos lugares celestiais em Cristo; Efésios 1:3

Oferecemos todos os agradecimentos a Deus

E graças a Deus, que sempre nos faz triunfar em Cristo, e por meio de nós manifesta em todo o lugar a fragrância do seu conhecimento. Porque para Deus somos o bom perfume de Cristo, nos que se salvam e nos que se perdem. Para estes certamente cheiro de morte para morte; mas para aqueles cheiro de vida para vida. E para estas coisas quem é idôneo? 2 Coríntios 2:14-16

Sempre dou graças ao meu Deus por vós pela graça de Deus que vos foi dada em Jesus Cristo. Porque em tudo fostes enriquecidos nele, em toda a palavra e em todo o conhecimento (Como o testemunho de Cristo foi mesmo confirmado entre vós). De maneira que nenhum dom vos falta, esperando a manifestação de nosso Senhor Jesus Cristo, O qual vos confirmará também até ao fim, para serdes irrepreensíveis no dia de nosso Senhor Jesus Cristo. Fiel é Deus, pelo qual fostes chamados para a comunhão de seu Filho Jesus Cristo nosso Senhor. 1 Coríntios 1:4-9

Que o Senhor nos cure

Acerca do qual três vezes orei ao Senhor para que se desviasse de mim. E disse-me: A minha graça te basta, porque o meu poder se aperfeiçoa na fraqueza. De boa vontade, pois, me gloriarei nas minhas fraquezas, para que em mim habite o poder de Cristo. 2 Coríntios 12:8,9

Pai, que a santidade e o amor prosperem

E peço isto: que o vosso amor cresça mais e mais em ciência e em todo o conhecimento, Para que aproveis as coisas excelentes, para que sejais sinceros, e sem escândalo algum até ao dia de Cristo; Cheios dos frutos de justiça, que são por Jesus Cristo, para glória e louvor de Deus. Filipenses 1:9-11

Ora, eu rogo a Deus que não façais mal algum, não para que sejamos achados aprovados, mas para que vós façais o bem, embora nós sejamos como reprovados. Porque nada podemos contra a verdade, senão pela verdade. Porque nos regozijamos de estar fracos, quando vós estais fortes; e o que desejamos é a vossa perfeição. 2 Coríntios 13:7-9

Que a Graça do Senhor esteja sobre nós

A graça de nosso Senhor Jesus Cristo seja, irmãos, com o vosso espírito! Amém. Gálatas 6:18

A graça de nosso Senhor Jesus Cristo seja com vós todos. Amém. Filipenses 4:23

A graça de nosso Senhor Jesus Cristo seja convosco. Amém. 1 Tessalonicenses 5:28

O Senhor Jesus Cristo seja com o teu espírito. A graça seja convosco. Amém. 2 Timóteo 4:22

Saúdam-te todos os que estão comigo. Saúda tu os que nos amam na fé. A graça seja com vós todos. Amém. Tito 3:15

Que o Senhor me proteja e aqueles que eu amo

E para que sejamos livres de homens dissolutos e maus; porque a fé não é de todos. Mas fiel é o Senhor, que vos confirmará, e guardará do maligno. E confiamos quanto a vós no Senhor, que não só fazeis como fareis o que vos mandamos. Ora o Senhor encaminhe os vossos corações no amor de Deus, e na paciência de Cristo. 2 Tessalonicenses 3:2-5

Deus, novamente, nós clamamos, obrigado, Pai!

E dou graças ao que me tem confortado, a Cristo Jesus Senhor nosso, porque me teve por fiel, pondo-me no ministério; 1 Timóteo 1:12



Fonte: CrossWalk.com